Prefeitura de Água Fria se prepara na realização da 5ª edição do Caju Fest
No período de 26 a 28 deste mês o município de Água Fria (situado no Nordeste baiano) vai realizar a quinta edição do Caju Fest. Estarão se apresentando para animar o evento as bandas Calypso, Saia Rodada, Gatinha Manhosa, Adão Negro, Asas Livres, Chicabana e muito mais. Uma super-estrutura montada para receber as maiores bandas da música nacional está sendo montada. O palco desta 5ª Edição do CajuFest, além de uma grande estrutura, contará com uma sensacional iluminação, informam os organizadores da festa. O prefeito Manoel Alves dos Santos informa que espera receber um público ainda maior que nas edições anteriores.
A idéia de promover o Caju Fest partiu da necessidade de promover a cultura agrícola do caju, já que o município de Água Fria tem nessa cultura uma de suas principais fontes de renda, inclusive já possuindo uma fábrica de beneficiamento da fruta. O objetivo do evento é atrair a população de toda a região para o município, aliando a data de comemoração do dia do seu padroeiro, São Sebastião, com a presença de famosas bandas.
No primeiro ano do evento (2003) estiveram presentes aproximadamente 70 mil pessoas, que fizeram a festa ao som de Calcinha Preta, Mulheres Perdidas, Xero Mole e muitas outras atrações.
Na 2ª edição do Caju Fest (2004), nosso público foi de aproximadamente 80 mil pessoas, tornando-o muito animado e concorrido, tivemos como atrações as bandas Araketu, Magníficos e Menina Faceira. Na 3ª edição do Caju Fest (2005), obtivemos um público de aproximadamente 100 mil pessoas de várias partes do estado, tornando a festa uma referência no calendário de eventos na Bahia. Contou com as seguintes atrações: Limão com mel, Pagodart, Bandana, Thyterê, Novo Tom e Backes e Finos.
BANDAS - Este ano, se apresentarão no palco as seguintes bandas: Calypso, Saia Rodada, Gatinha Manhosa, Adão Negro, Asas Livres, Chicabana e muito mais. Para chegar ao município de Água Fria, através de carro ou ônibus as informações são: Salvador - Água Fria = 148 Km (via Coração de Maria) através da BR-324; Serrinha - Água Fria = 42 Km (via Lamarão) através da BR-116 Norte; Feira de Santana - Água Fria = 67 Km (via Santanópolis) BR-116 Norte; Alagoinhas - Água Fria = 67 Km (via Ouriçangas) BA-93
O primeiro dia da festa quem se apresenta é a banda Gatinha Manhosa, entre outras atrações. No dia 27 será a vez de Psirico, Muvuketto e Voa Dois no Birinigtf Festt a partir das 14h. À noite tem Saia Rodada e Cicabana. E último dia 28, Calypso, Adão Negro, Asas Livre entre outras vão encerrar a festa com muita animação. A cidade já está toda enfeitada para a grande festa.
O cajueiro é considerado uma das frutas mais importantes e de ampla distribuição nos trópicos. Sua origem, entretanto, é bastante discutida. As provas mais contudentes, no entanto, indicam que os centros de procedência da espécie são o Brasil, todo o norte da América do Sul e parte da América Central. Em relação à produtividade no País, estudos indicam que ainda é baixa diante do potencial do fruto. O sistema de cultivo tradicional do cajueiro, adotado pelo produtor, é economicamente inviável pela ineficácia na produtividade e qualidade de castanhas. A implantação de pomares de cajueiro anão, com mudas enxertadas, foi a tecnologia que apresentou os melhores resultados relativos à produtividade em todo o País.
ALTERNATIVA - O plantio, por sementes com enxertia direta no campo, revelou-se uma boa alternativa. A substituição de copas em plantas, com até nove anos de idade, mostrou-se economicamente viável na recuperação de pomares improdutivos, especialmente aqueles mais novos. Segundo o Idaterra, o manejo do caju anão permite fazer consórcios com outras culturas, como mandioca, abacaxi, maracujá e milho. Isto significa maior aproveitamento da área plantada e aumento da renda das famílias pela diversificação agrícola. Dados do Idaterra revelam que mesmo apresentando várias alternativas de produtos, a maioria das indústrias processadoras utiliza apenas a castanha do caju. A polpa é comercializada em menor escala para produção de doces, cajuína e consumo in natura. O Brasil é o segundo maior exportador de caju, perdendo apenas para a Índia. Os compradores de castanha de caju brasileira são os EUA com um percentual de 75,7% do total exportado. O Canadá vem em segundo com 10,4% e a Europa com 11,4%.
A castanha de caju é um produto de grande valor econômico e social para a Região Nordeste do Brasil, com uma produção anual em torno de 200 mil toneladas nos Estados do Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte. Para se ter uma idéia, só a agroindústria processadora da castanha de caju emprega cerca de 20 mil pessoas, além de proporcionar 280 mil postos de trabalho no campo. Parte dessa força de trabalho está distribuída em pequenas unidades de beneficiamento as minifábricas, cuja concepção e implantação têm o aporte tecnológico da Embrapa Agroindústria Tropical, Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. As minifábricas de beneficiamento de castanha de caju estão aumentando em 55% a renda de pequenos produtores, além de representar uma alternativa de emprego para os trabalhadores.
A idéia de promover o Caju Fest partiu da necessidade de promover a cultura agrícola do caju, já que o município de Água Fria tem nessa cultura uma de suas principais fontes de renda, inclusive já possuindo uma fábrica de beneficiamento da fruta. O objetivo do evento é atrair a população de toda a região para o município, aliando a data de comemoração do dia do seu padroeiro, São Sebastião, com a presença de famosas bandas.
No primeiro ano do evento (2003) estiveram presentes aproximadamente 70 mil pessoas, que fizeram a festa ao som de Calcinha Preta, Mulheres Perdidas, Xero Mole e muitas outras atrações.
Na 2ª edição do Caju Fest (2004), nosso público foi de aproximadamente 80 mil pessoas, tornando-o muito animado e concorrido, tivemos como atrações as bandas Araketu, Magníficos e Menina Faceira. Na 3ª edição do Caju Fest (2005), obtivemos um público de aproximadamente 100 mil pessoas de várias partes do estado, tornando a festa uma referência no calendário de eventos na Bahia. Contou com as seguintes atrações: Limão com mel, Pagodart, Bandana, Thyterê, Novo Tom e Backes e Finos.
BANDAS - Este ano, se apresentarão no palco as seguintes bandas: Calypso, Saia Rodada, Gatinha Manhosa, Adão Negro, Asas Livres, Chicabana e muito mais. Para chegar ao município de Água Fria, através de carro ou ônibus as informações são: Salvador - Água Fria = 148 Km (via Coração de Maria) através da BR-324; Serrinha - Água Fria = 42 Km (via Lamarão) através da BR-116 Norte; Feira de Santana - Água Fria = 67 Km (via Santanópolis) BR-116 Norte; Alagoinhas - Água Fria = 67 Km (via Ouriçangas) BA-93
O primeiro dia da festa quem se apresenta é a banda Gatinha Manhosa, entre outras atrações. No dia 27 será a vez de Psirico, Muvuketto e Voa Dois no Birinigtf Festt a partir das 14h. À noite tem Saia Rodada e Cicabana. E último dia 28, Calypso, Adão Negro, Asas Livre entre outras vão encerrar a festa com muita animação. A cidade já está toda enfeitada para a grande festa.
O cajueiro é considerado uma das frutas mais importantes e de ampla distribuição nos trópicos. Sua origem, entretanto, é bastante discutida. As provas mais contudentes, no entanto, indicam que os centros de procedência da espécie são o Brasil, todo o norte da América do Sul e parte da América Central. Em relação à produtividade no País, estudos indicam que ainda é baixa diante do potencial do fruto. O sistema de cultivo tradicional do cajueiro, adotado pelo produtor, é economicamente inviável pela ineficácia na produtividade e qualidade de castanhas. A implantação de pomares de cajueiro anão, com mudas enxertadas, foi a tecnologia que apresentou os melhores resultados relativos à produtividade em todo o País.
ALTERNATIVA - O plantio, por sementes com enxertia direta no campo, revelou-se uma boa alternativa. A substituição de copas em plantas, com até nove anos de idade, mostrou-se economicamente viável na recuperação de pomares improdutivos, especialmente aqueles mais novos. Segundo o Idaterra, o manejo do caju anão permite fazer consórcios com outras culturas, como mandioca, abacaxi, maracujá e milho. Isto significa maior aproveitamento da área plantada e aumento da renda das famílias pela diversificação agrícola. Dados do Idaterra revelam que mesmo apresentando várias alternativas de produtos, a maioria das indústrias processadoras utiliza apenas a castanha do caju. A polpa é comercializada em menor escala para produção de doces, cajuína e consumo in natura. O Brasil é o segundo maior exportador de caju, perdendo apenas para a Índia. Os compradores de castanha de caju brasileira são os EUA com um percentual de 75,7% do total exportado. O Canadá vem em segundo com 10,4% e a Europa com 11,4%.
A castanha de caju é um produto de grande valor econômico e social para a Região Nordeste do Brasil, com uma produção anual em torno de 200 mil toneladas nos Estados do Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte. Para se ter uma idéia, só a agroindústria processadora da castanha de caju emprega cerca de 20 mil pessoas, além de proporcionar 280 mil postos de trabalho no campo. Parte dessa força de trabalho está distribuída em pequenas unidades de beneficiamento as minifábricas, cuja concepção e implantação têm o aporte tecnológico da Embrapa Agroindústria Tropical, Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. As minifábricas de beneficiamento de castanha de caju estão aumentando em 55% a renda de pequenos produtores, além de representar uma alternativa de emprego para os trabalhadores.

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