Paralisação de Teatro e Centro de Convenções preocupa prefeito
O prefeito Fernando Gomes enviou telegrama ao governador Jaques Wagner manifestando a sua preocupação com a paralisação das obras do Teatro Municipal e do Centro de Convenções de Itabuna, que estavam sendo executadas pela Liz Construções, uma empresa do Grupo Lena, que tem investimentos na Europa e no Brasil. No documento, ele lembra ao governador que 95% das obras estruturais do Teatro já estão concluídas e cerca de 30% do Centro de Convenções.
Ressaltando que além de doar, como pessoa física, a área de 26 mil metros quadrados para o projeto, o prefeito Fernando Gomes explicou que o governo municipal investiu cerca de R$ 3,8 milhões na infra-estrutura da obra, o que inclui drenagem e terraplenagem: “Nós cumprimos a nossa parte e o Governo do Estado iniciou as obras de engenharia, que estão adiantadas, principalmente na parte do teatro. O que nos preocupa é a descontinuidade da obra, o que tem um custo para o contribuinte e para a população”.
Ele acredita que a paralisação é decorrente de algum ajuste do governo e informa que pretende esperar uma manifestação oficial sobre o assunto: “Vamos defender o projeto porque temos o compromisso de lutar pelo que é melhor para a população da nossa cidade e a obra tem uma importância para o setor cultural e comercial, uma vez que Itabuna é uma cidade com mais de 200 mil habitantes, mas não dispõe espaços para grandes eventos”.
Resgate - O prefeito acredita que o Teatro resgata um importante espaço essencial para apresentação de shows, peças e outros espetáculos de padrão internacional, e o Centro de Convenções vai permitir consolidar Itabuna como um pólo cultural e de serviços, em especial nas áreas de educação e saúde, bem como de negócios, facilitando a realização de convenções e mesmo de feiras comerciais, industriais ou de serviço.
Ele explica que foi comunicado extra-oficialmente sobre a suspensão das obras através da Liz Construções, mas não recebeu nenhuma comunicação oficial por parte do Governo do Estado, a quem competia a realização de uma obra que não poderia sofrer solução de continuidade, em função dos recursos já investidos até agora pela administração estadual.
Projeto arquitetônico - O projeto, de padrão internacional, foi elaborado pelo arquiteto Eduardo Carlomagno, está orçado em cerca de R$ 15 milhões, inclui um Centro de Convenções projetado para três pavimentos e terá capacidade para atender a um público de 3,2 mil pessoas, o que vai permitir a realização de grandes eventos comerciais e científicos.
O centro de eventos ficará localizado num prédio um pouco recuado em relação ao Teatro, o que facilitará o estacionamento de veículos e áreas para circulação de pessoas, com espaços para exposições e feiras, também ao ar livre. O andar térreo terá capacidade para 1,2 mil pessoas, além das unidades de administração, centro de informações, salas de reunião e sanitários, com espaços também para deficientes, além de dois elevadores.
Já o primeiro pavimento será dividido em dez salas e auditórios com dimensões variáveis, separados por paredes móveis em calhas sobre roldanas, o que facilitará o seu deslocamento para eventos múltiplos, enquanto o último andar terá lanchonete, espaço para shows, eventos culturais e exposições diversas.
O complexo arquitetônico engloba ainda o Teatro Municipal de Itabuna, que deverá ocupar uma área construída de 4,4 mil metros quadrados, com 800 lugares, dos quais 18 destinados para pessoas portadoras de deficiência, além de duas bilheterias, seis salas – das quais três de ensaio e outras três de música –, dois camarins individuais e outros dois coletivos, área administrativa e 500 vagas para estacionamento. O teatro terá ainda espaços para exposições de artes plásticas e artesanato. (Fonte: Ascom de Itabuna)
Ressaltando que além de doar, como pessoa física, a área de 26 mil metros quadrados para o projeto, o prefeito Fernando Gomes explicou que o governo municipal investiu cerca de R$ 3,8 milhões na infra-estrutura da obra, o que inclui drenagem e terraplenagem: “Nós cumprimos a nossa parte e o Governo do Estado iniciou as obras de engenharia, que estão adiantadas, principalmente na parte do teatro. O que nos preocupa é a descontinuidade da obra, o que tem um custo para o contribuinte e para a população”.
Ele acredita que a paralisação é decorrente de algum ajuste do governo e informa que pretende esperar uma manifestação oficial sobre o assunto: “Vamos defender o projeto porque temos o compromisso de lutar pelo que é melhor para a população da nossa cidade e a obra tem uma importância para o setor cultural e comercial, uma vez que Itabuna é uma cidade com mais de 200 mil habitantes, mas não dispõe espaços para grandes eventos”.
Resgate - O prefeito acredita que o Teatro resgata um importante espaço essencial para apresentação de shows, peças e outros espetáculos de padrão internacional, e o Centro de Convenções vai permitir consolidar Itabuna como um pólo cultural e de serviços, em especial nas áreas de educação e saúde, bem como de negócios, facilitando a realização de convenções e mesmo de feiras comerciais, industriais ou de serviço.
Ele explica que foi comunicado extra-oficialmente sobre a suspensão das obras através da Liz Construções, mas não recebeu nenhuma comunicação oficial por parte do Governo do Estado, a quem competia a realização de uma obra que não poderia sofrer solução de continuidade, em função dos recursos já investidos até agora pela administração estadual.
Projeto arquitetônico - O projeto, de padrão internacional, foi elaborado pelo arquiteto Eduardo Carlomagno, está orçado em cerca de R$ 15 milhões, inclui um Centro de Convenções projetado para três pavimentos e terá capacidade para atender a um público de 3,2 mil pessoas, o que vai permitir a realização de grandes eventos comerciais e científicos.
O centro de eventos ficará localizado num prédio um pouco recuado em relação ao Teatro, o que facilitará o estacionamento de veículos e áreas para circulação de pessoas, com espaços para exposições e feiras, também ao ar livre. O andar térreo terá capacidade para 1,2 mil pessoas, além das unidades de administração, centro de informações, salas de reunião e sanitários, com espaços também para deficientes, além de dois elevadores.
Já o primeiro pavimento será dividido em dez salas e auditórios com dimensões variáveis, separados por paredes móveis em calhas sobre roldanas, o que facilitará o seu deslocamento para eventos múltiplos, enquanto o último andar terá lanchonete, espaço para shows, eventos culturais e exposições diversas.
O complexo arquitetônico engloba ainda o Teatro Municipal de Itabuna, que deverá ocupar uma área construída de 4,4 mil metros quadrados, com 800 lugares, dos quais 18 destinados para pessoas portadoras de deficiência, além de duas bilheterias, seis salas – das quais três de ensaio e outras três de música –, dois camarins individuais e outros dois coletivos, área administrativa e 500 vagas para estacionamento. O teatro terá ainda espaços para exposições de artes plásticas e artesanato. (Fonte: Ascom de Itabuna)

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